Qual a função do luminol para a perícia criminal?

Na investigação criminal é comum o ato de buscar por pistas, coisas deixadas para trás por descuido, e que podem ser de grande ajuda para a solução do caso. Sem uma limpeza pesada com produtos químicos fortes, é possível encontrar resquícios de sangue que duram por anos. A ajuda do luminol na perícia seria isso, revelar com uma luz gerada por uma reação química vários componentes químicos e a hemoglobina, uma proteína portadora do sangue e do oxigênio. O luminol é um pó que é diluído em água oxigenada, ele é formado por átomos de carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio.



Nesse caso os reagentes, que contém moléculas originais, têm mais energia que os produtos, que contém moléculas resultantes. As moléculas se livram da energia extra sob a forma de fótons de luz visível. A perícia no seu uso espalha o produto na cena do crime, apaga as luzes, fecha as cortinas e então procura uma luz verde e azulada, que é o que revela os traços de sangue. Após os traços de sangue serem revelados, a perícia costuma fotografar e filmar a cena do crime para registrar essa evidência. O próximo passo seria fazer uma identificação para verificar se se trata de sangue e se é sangue humano.
Esse produto é valioso pois é de grande ajuda no processo investigativo, mostrando os traços de sangue também é possível entender o ponto do ataque e o que foi usado como arma, além de também revelar marcas pequenas de sangue em sapatos, o que pode ajudar a denunciar suspeitas. Porém o luminol acaba não sendo predominante todo o tempo na investigação criminal pois seu uso também pode destruir outras pistas, evidências do crime. Um produto semelhante a ele seria a fluoresceína, sendo que os dois funcionam da mesma maneira, com apenas alguns procedimentos diferentes.

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